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Sab Nov 24 @12:00PM -
Abertura da Temporada de Verão da Assufsm
Dom Nov 25 @12:00PM -
Feijoada na Assufsm
Ter Nov 27 @ 2:00PM -
Roda de Conversa "Mulheres Negras na Política"
Qua Nov 28 @ 4:00PM -
Debate "Reflexo do Racismo Institucional na Universidade

Calendário completo final 248

ATIVIDADES MÊS N 03

Cartaz Campanha 248

 

verão assufsm

espaço saindical

voz da categoria 248 final

“De forma alguma nós vamos estabelecer o debate aqui, conselheiro!”

Na última sessão do CONSUN-UFSM de 2015, ocorrida dia 18 de dezembro, como é habitual e esperado naquele espaço, foram debatidos alguns temas de significativa importância para nossa Universidade. A reunião pode ser assistida na íntegra enquanto disponibilizada pela Multiweb. Não pretendo aqui recuperar a totalidade do que foi tratado naquela manhã mas apenas destacar e desfazer confusões quanto a um momento da sessão, durante o período das comunicações.

Fazendo uso da palavra, relatei algumas ocorrências em torno do registro da efetividade (ponto eletrônico) da paralisação da categoria no dia 25 de novembro passado. A paralisação daquele dia foi a terceira – de um total de quatro – conforme deliberação sindical, tomada em Assembleia de Greve no dia 1º de setembro do ano passado. O cronograma das reuniões ampliadas entre a categoria e a gestão da UFSM foi acordado para tratar de questões internas e das nossas relações de trabalho aqui na UFSM. Como muito de nós sabemos, nos primeiros dias de dezembro começaram a circular as informações (ou boatos) de que as chefias não defeririam o registro daquela ocorrência de atividade sindical. Trabalhadoras e trabalhadores de alguns setores e locais, acionaram a ASSUFSM que foi ao encontro da categoria para ratificar junto às chefias o entendimento até então acordado e praticado, conforme construído junto à Administração Central e a PROGEPE: o deferimento da participação em atividade sindical por parte do servidor Técnico-Administrativo que assim o solicitasse no sistema eletrônico de controle de frequência.

Acontece que desta feita, alguns ocupantes de cargos de chefias, direções, pró-reitores, entre outros, reuniram-se e decidiram por ignorar os registros e solicitações da categoria. Em alguns setores em que já haviam sido deferidas as ocorrências, chefias reabriram pontos para anular os registros anteriores e indeferir o dia de paralisação. Tudo isso com nítida intenção intimidatória para constranger e reprimir de algum modo a crescente adesão da categoria às atividades sindicais e dias de luta e paralisação.

Fazendo uso de atribuições e privilégios regimentais, o Presidente do Conselho Universitário pode falar e comentar a toda e qualquer manifestação durante o período de comunicações. Aos demais integrantes não é permitida reinscrição ou qualquer manifestação após ter encerrado sua intervenção. Assim, quando concluí minha comunicação, ato contínuo, o Reitor fez uso da palavra para 'restabelecer' algumas verdades': uma forma supostamente polida e cordial de chamar alguém de mentiroso. Quem puder assistir ao menos esse trecho, poderá entender com mais detalhes o debate que (quase) ocorreu naquela manhã e sobretudo entenderá o debate que foi silenciado. Regimentalmente silenciado.

O centro das discussões – tanto da que rolou e foi verbalizada quanto da que foi sustada pela invocação ao regimento – era um visível desconforto da gestão com a paralisação e com a cobrança feita com relação aos procedimentos de chefes de alguns setores. Reparem que busquei registrar e enfatizar que, das informações que tivemos, nenhuma apontava a presença nem do Reitor nem do Vice-reitor na fatídica reunião dos 'chefes' descontentes. Outro ponto que destaquei foi o fato de que, no momento em que a ASSUFSM levou este tema até o gabinete do reitor, valeu o acordo já construído e o procedimento usualmente adotado foi mais uma vez o de validar os registros e ocorrências de quem paralisou suas atividades no dia 25 de novembro.

O debate foi maior mas aqui vou apontar, telegraficamente e de maneira bem reduzida, apenas quatro pontos que merecem ser revistos ou complementados se queremos, de fato, restabelecer as verdades. A cada um deles começo com a fala do Presidente do Conselho e, em seguida, registro breves considerações a respeito de cada uma delas.

1) “Em nenhum momento a gestão desqualificou o movimento de greve (…) mas quando sentamos para conversar, ao final da greve, nunca tratamos de dias de paralisação. O Acordo de Greve não incluía estas paralisações e talvez esteja havendo um erro da comunicação da ASSUFSM e a base” - Evidente e recorrente ao longo de outras citações e comentários que há uma tentativa malfadada de apontar algum limite ou erro que possa ser imputado a outrem. De preferência a Assufsm. Mas daqui destaco apenas que o reitor está certo: quando sentamos pra fechar e aplicar o Acordo de Greve de 2015, em outubro, nunca tratamos das paralisações que viriam. Pura verdade. Ou quase. Parece muito óbvio que o acordo de greve tratou de dias e questões que já haviam ocorrido e não, em momento algum, debruçou-se sobre o futuro. Simplesmente por isso não tratamos das paralisações naquele acordo.

2) “Não houve nenhuma movimentação nem da Reitoria nem de quem quer que fosse para considerar ou desconsiderar registros no ponto” - Confirmada por Pró-Reitor, a reunião ocorreu sim e sem a presença de reitor ou vice-reitor. Não há como saber se estavam cientes ou foram informados a posteriori ou ainda se nem forma informados. Além disso, alguns setores chamaram a Assufsm para que esta explicasse o que estava ocorrendo e, inclusive intercedesse junto ao chefe. E ainda mais: temos registros da reabertura de ponto de diversos colegas. São fatos que, tomados de conjunto, sinalizam nitidamente que houve ação anti-sindical orquestrada por, pelo menos, um grupo de gestores e chefes. Se foi a revelia da administração central ou se contou com sua anuência em algum momento, não me é dado saber. Entretanto é preciso que se diga que, após instada pelo sindicato, a reitoria da UFSM aplicou para o caso o entendimento usual e já praticado até agora. Mas também fica exposto que os atos de terrorismo e intimidação partiram sim de 'capatazes' – a postura iguala a essa função.

3) “As paralisações pós-greve não foram acordadas com a Reitoria” -  Mas daí sim, né?! A autonomia sindical prescinde de 'negociar' com a reitoria uma paralisação ou qualquer outra atividade. Se isso fosse válido, teríamos que ter pedido licença para fazer greve? Sem mais!

4) “Semana passada fizemos um convite para a Assufsm para discutir exatamente tudo isso. Deu branco: ninguém apareceu. Imagine se é a reitoria que se furta de ir a um encontro desses o que acontece do ponto de vista político?”

Particularmente consideraria esta manifestação o ápice da desonestidade se não reconhecesse algumas virtudes no Professor Burmann. Em que pese nossas diferenças e divergências, acredito que deve ter sido um caso de desinformação. Seus assessores – os oficiais com lotação no Gabinete ou os extra-oficiais espalhados pelo campus, alguns até com assento na coordenação de entidade sindical – não devem ter atualizado o reitor quanto a esse convite citado acima. Na secretaria da Assufsm NÃO existe protocolo algum de convite para reunião, fato que já colocaria em dúvida quanto a seriedade e formalidade de qualquer conversa. Ocorreu que a Assufsm recebeu apenas um telefonema, poucas horas antes do horário proposto – por telefone – para a reunião (que não ocorreu). Engraçado é que quem telefonou não foi ninguém do gabinete, mas sim uma pessoa que, teoricamente, não integra a gestão (embora já corram boatos que esta teoria, na prática é bem diferente). Inclusive, das três coordenações-gerais – que são quem representa politicamente a entidade – uma coordenadora estava de férias; outro fora da cidade e o terceiro era quem fazia as vezes de mandalete: estava do outro lado da linha querendo marcar uma reunião à convite da gestão. Procedimentos confusos, atravessado mas que nos permitem concluir: NÃO HOUVE CONVITE OFICIAL NENHUM para a tal reunião que “deu branco”(sic).

Inclusive, falando em furtar-se de ir a algum compromisso, é preciso que se diga que a quarta rodada de reuniões ampliadas da categoria com a Gestão deveria ter ocorrido em dezembro. Por força da agenda do reitor foi suspensa e até agora, meados de janeiro, não houve sinalização alguma de nova data. Imaginem se é a Assufsm que não informa uma nova data “o que acontece do ponto de vista político”?

Sobre a discussão quanto ao orçamento, cortes, verbas da UFSM, dívidas e o papel da ANDIFES e dos reitores nesse contexto fica como 'bônus-track' pra quem ver/ouvir a reunião. Tem pérola no meio.

 

Alcir Martins – Técnico em Assuntos Educacionais que, assim como seu interlocutor, também acredita que as coisas podem melhorar.

Na última sessão do CONSUN-UFSM de 2015, ocorrida dia 18 de dezembro, como é habitual e esperado naquele espaço, foram debatidos alguns temas de significativa importância para nossa Universidade. A reunião pode ser assistida na íntegra enquanto disponibilizada pela Multiweb. Não pretendo aqui recuperar a totalidade do que foi tratado naquela manhã mas apenas destacar e desfazer confusões quanto a um momento da sessão, durante o período das comunicações.

Fazendo uso da palavra, relatei algumas ocorrências em torno do registro da efetividade (ponto eletrônico) da paralisação da categoria no dia 25 de novembro passado. A paralisação daquele dia foi a terceira – de um total de quatro – conforme deliberação sindical, tomada em Assembleia de Greve no dia 1º de setembro do ano passado. O cronograma das reuniões ampliadas entre a categoria e a gestão da UFSM foi acordado para tratar de questões internas e das nossas relações de trabalho aqui na UFSM. Como muito de nós sabemos, nos primeiros dias de dezembro começaram a circular as informações (ou boatos) de que as chefias não defeririam o registro daquela ocorrência de atividade sindical. Trabalhadoras e trabalhadores de alguns setores e locais, acionaram a ASSUFSM que foi ao encontro da categoria para ratificar junto às chefias o entendimento até então acordado e praticado, conforme construído junto à Administração Central e a PROGEPE: o deferimento da participação em atividade sindical por parte do servidor Técnico-Administrativo que assim o solicitasse no sistema eletrônico de controle de frequência.

Acontece que desta feita, alguns ocupantes de cargos de chefias, direções, pró-reitores, entre outros, reuniram-se e decidiram por ignorar os registros e solicitações da categoria. Em alguns setores em que já haviam sido deferidas as ocorrências, chefias reabriram pontos para anular os registros anteriores e indeferir o dia de paralisação. Tudo isso com nítida intenção intimidatória para constranger e reprimir de algum modo a crescente adesão da categoria às atividades sindicais e dias de luta e paralisação.

Fazendo uso de atribuições e privilégios regimentais, o Presidente do Conselho Universitário pode falar e comentar a toda e qualquer manifestação durante o período de comunicações. Aos demais integrantes não é permitida reinscrição ou qualquer manifestação após ter encerrado sua intervenção. Assim, quando concluí minha comunicação, ato contínuo, o Reitor fez uso da palavra para 'restabelecer' algumas verdades': uma forma supostamente polida e cordial de chamar alguém de mentiroso. Quem puder assistir ao menos esse trecho, poderá entender com mais detalhes o debate que (quase) ocorreu naquela manhã e sobretudo entenderá o debate que foi silenciado. Regimentalmente silenciado.

O centro das discussões – tanto da que rolou e foi verbalizada quanto da que foi sustada pela invocação ao regimento – era um visível desconforto da gestão com a paralisação e com a cobrança feita com relação aos procedimentos de chefes de alguns setores. Reparem que busquei registrar e enfatizar que, das informações que tivemos, nenhuma apontava a presença nem do Reitor nem do Vice-reitor na fatídica reunião dos 'chefes' descontentes. Outro ponto que destaquei foi o fato de que, no momento em que a ASSUFSM levou este tema até o gabinete do reitor, valeu o acordo já construído e o procedimento usualmente adotado foi mais uma vez o de validar os registros e ocorrências de quem paralisou suas atividades no dia 25 de novembro.

O debate foi maior mas aqui vou apontar, telegraficamente e de maneira bem reduzida, apenas quatro pontos que merecem ser revistos ou complementados se queremos, de fato, restabelecer as verdades. A cada um deles começo com a fala do Presidente do Conselho e, em seguida, registro breves considerações a respeito de cada uma delas.

1) “Em nenhum momento a gestão desqualificou o movimento de greve (…) mas quando sentamos para conversar, ao final da greve, nunca tratamos de dias de paralisação. O Acordo de Greve não incluía estas paralisações e talvez esteja havendo um erro da comunicação da ASSUFSM e a base” - Evidente e recorrente ao longo de outras citações e comentários que há uma tentativa malfadada de apontar algum limite ou erro que possa ser imputado a outrem. De preferência a Assufsm. Mas daqui destaco apenas que o reitor está certo: quando sentamos pra fechar e aplicar o Acordo de Greve de 2015, em outubro, nunca tratamos das paralisações que viriam. Pura verdade. Ou quase. Parece muito óbvio que o acordo de greve tratou de dias e questões que já haviam ocorrido e não, em momento algum, debruçou-se sobre o futuro. Simplesmente por isso não tratamos das paralisações naquele acordo.

2) “Não houve nenhuma movimentação nem da Reitoria nem de quem quer que fosse para considerar ou desconsiderar registros no ponto” - Confirmada por Pró-Reitor, a reunião ocorreu sim e sem a presença de reitor ou vice-reitor. Não há como saber se estavam cientes ou foram informados a posteriori ou ainda se nem forma informados. Além disso, alguns setores chamaram a Assufsm para que esta explicasse o que estava ocorrendo e, inclusive intercedesse junto ao chefe. E ainda mais: temos registros da reabertura de ponto de diversos colegas. São fatos que, tomados de conjunto, sinalizam nitidamente que houve ação anti-sindical orquestrada por, pelo menos, um grupo de gestores e chefes. Se foi a revelia da administração central ou se contou com sua anuência em algum momento, não me é dado saber. Entretanto é preciso que se diga que, após instada pelo sindicato, a reitoria da UFSM aplicou para o caso o entendimento usual e já praticado até agora. Mas também fica exposto que os atos de terrorismo e intimidação partiram sim de 'capatazes' – a postura iguala a essa função.

3) “As paralisações pós-greve não foram acordadas com a Reitoria” -  Mas daí sim, né?! A autonomia sindical prescinde de 'negociar' com a reitoria uma paralisação ou qualquer outra atividade. Se isso fosse válido, teríamos que ter pedido licença para fazer greve? Sem mais!

4) “Semana passada fizemos um convite para a Assufsm para discutir exatamente tudo isso. Deu branco: ninguém apareceu. Imagine se é a reitoria que se furta de ir a um encontro desses o que acontece do ponto de vista político?”

Particularmente consideraria esta manifestação o ápice da desonestidade se não reconhecesse algumas virtudes no Professor Burmann. Em que pese nossas diferenças e divergências, acredito que deve ter sido um caso de desinformação. Seus assessores – os oficiais com lotação no Gabinete ou os extra-oficiais espalhados pelo campus, alguns até com assento na coordenação de entidade sindical – não devem ter atualizado o reitor quanto a esse convite citado acima. Na secretaria da Assufsm NÃO existe protocolo algum de convite para reunião, fato que já colocaria em dúvida quanto a seriedade e formalidade de qualquer conversa. Ocorreu que a Assufsm recebeu apenas um telefonema, poucas horas antes do horário proposto – por telefone – para a reunião (que não ocorreu). Engraçado é que quem telefonou não foi ninguém do gabinete, mas sim uma pessoa que, teoricamente, não integra a gestão (embora já corram boatos que esta teoria, na prática é bem diferente). Inclusive, das três coordenações-gerais – que são quem representa politicamente a entidade – uma coordenadora estava de férias; outro fora da cidade e o terceiro era quem fazia as vezes de mandalete: estava do outro lado da linha querendo marcar uma reunião à convite da gestão. Procedimentos confusos, atravessado mas que nos permitem concluir: NÃO HOUVE CONVITE OFICIAL NENHUM para a tal reunião que “deu branco”(sic).

 

Inclusive, falando em furtar-se de ir a algum compromisso, é preciso que se diga que a quarta rodada de reuniões ampliadas da categoria com a Gestão deveria ter ocorrido em dezembro. Por força da agenda do reitor foi suspensa e até agora, meados de janeiro, não houve sinalização alguma de nova data. Imaginem se é a Assufsm que não informa uma nova data “o que acontece do ponto de vista político”?

 

Sobre a discussão quanto ao orçamento, cortes, verbas da UFSM, dívidas e o papel da ANDIFES e dos reitores nesse contexto fica como 'bônus-track' pra quem ver/ouvir a reunião. Tem pérola no meio.

 

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A seção A voz da categoria foi criada para proporcionar um espaço no qual a base da Assufsm possa manifestar suas opiniões, através de artigos dissertativo-argumentativos, sobre as questões sindicais que permeiam o espaço acadêmico e o mundo do trabalho.

Os artigos devem ser enviados para o email comunicaassufsm@gmail.com em formato .doc, com no mínimo 3mil caracteres com espaço (cerca de 1 lauda, fonte arial, tam 12, espaçamento 1.0) e no máximo 6mil carac. com espaço (cerca de 2 laudas, fonte arial, tam 12, espaçamento 1.0). Devem conter título e assinatura do autor, com nome, e um breve perfil (no máximo 3 linhas).

Os artigos serão atualizados semanalmente, de acordo com o recebimento dos textos.

-- A Assufsm ressalta que os artigos não expressam a opinião da entidade, sendo de inteira responsabilidade de seus autores. Textos com conteúdos ofensivos ou pejorativos não serão aceites para publicação, uma vez que esse espaço busca proporcionar crescimento e acúmulo de conhecimento através de textos que promovam a reflexão e ampliem o senso crítico da comunidade universitária.

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